Notícias sobre a oferta desportiva do CFP

Na 4ª jornada do campeonato INATEL de voleibol feminino 2021/2022 a equipa do CFP defrontou a do G. D. C. Fernão Ferro e venceu por 3-0.

Um inicio de 1º SET equilibrado com o resultado a registar 13-10  e 14-11, faziam prever um encontro disputado, no entanto, as mudanças táticas operadas, quer no sistema defensivo quer no ataque, resultaram em pleno e a nossa equipa registou uma expressiva vitória, expressa nos parciais de 25-14, 25-5 e 25-8.

Prosseguindo na senda de vitórias, na 5ª jornada vencemos uma transfigurada para melhor A.D.R.C Mata de Benfica, novamente 3-0, com os parciais de 25-12, 25-10 e 25-11. Com estas vitórias a equipa de voleibol do CFP termina o ano invicta na frente da classificação, contando por vitórias os 5 jogos já disputados e registando 15 SET ganhos, nenhum perdido, 375 pontos ganhos e 176 perdidos.

CLUBE FERROVIÁRIO DE PORTUGAL 2 – 1 ARRUDENSE

Numa tarde/noite ventosa da 5ª jornada, o Ferroviário recebeu e venceu o Arrudense.

A nossa equipa procurava dar a volta após uma derrota na jornada anterior que a atirou para o 4º lugar da tabela.
Uma equipa jovem do adversário fazia antecipar um jogo intenso desde o primeiro ao último minuto.

A equipa do CFP alinhou com um 11 ligeiramente diferente do da partida anterior, com entrada de Mevy, Valter Silva e Rafael Amaral para os lugares de João Carvalho, Diogo Pernas e Igor Moura.

A nossa equipa entrou mais concentrada e focada no objetivo de vencer a partida, o que se traduziu em mais posse de bola nos primeiros 10 minutos, ainda que consentida do lado adversário, e mais oportunidades de golo junto à área contrária.

O Arrudense procurou tirar vantagem do forte vento sentido no campo de Marvila, com bolas altas à procura do seu ponta de lança ou médio direito, e coadjuvadas por 2 ou 3 homens que rapidamente ofereciam linhas de passe para um contra-ataque rápido.

Aos 20 minutos da partida, numa bola longa no ponta de lança, que segura e entrega na ala direita, o médio leva a bola até perto da linha final e cruza, Pedro Oliveira faz uma estirada e defende o cruzamento para a zona frontal, onde aparece sozinho um jogador adversário que recebe e atira ao poste contrário à movimentação do nosso guarda-redes. E dá-se o 0-1.

Nos minutos seguintes mais uma contrariedade para o Ferroviário, com a saída de Eduardo Silva devido a entorse no tornozelo direito e entrada de Igor Moura.

Era o início dos melhores 15 minutos do Arrudense, que por várias vezes podia ter dilatado a vantagem, não fossem as excelentes defesas de Pedro Oliveira no 1×1 e outras oportunidades em que a equipa adversária surgia em superioridade numérica.

Aos 35 minutos dá-se falta do Arrudense no seu meio-campo, com jogador a receber o amarelo. Livre ligeiramente descaído para a esquerda, batido por Nuno ao 2º poste, e Valter Silva, com grande sentido de oportunidade, aparece livre de marcação a cabecear de cima para baixo e a restabelecer a igualdade. Um lance de bola parada bem trabalhado pelo Ferroviário!

Até ao intervalo de notar apenas um cartão amarelo mostrado a Tomás Leal por impedir contra-ataque perigoso.

O Ferroviário entra praticamente a ganhar na segunda parte. Aos 44 minutos com a nossa equipa em posse junto ao meio-campo, Valter descobre Denys na desmarcação e efetua um passe longo, de mais de 20 metros, para uma boa receção de Denys que de forma inteligente entrega de primeira para Pedro Fernandes a surgir em zona mais central e atira cruzado para o 2-1!

Após este momento, e com 35 minutos pela frente, a equipa procurou, com bola, controlar o jogo. Alguns lances de perigo do adversário, mas que com maior ou menor dificuldade foram sendo cortados pela equipa do CFP.

Aos 65 minutos substituição de Nuno Andrade por Diogo Pernas, que permitiu refrescar o meio-campo e aos 75 minutos saída de Rafael Amaral e Denys Pidchekha para a entrada de Luís Dias e Diogo Augusto.

E novamente as substituições trouxeram maior vigor e lucidez para anular o adversário e melhorar as oportunidades de golo.

Golos: Valter Silva 36’ (Nuno Andrade), Pedro Fernandes 44’ (Denys).

Homem do Jogo – Valter Silva, um golo e um jogo bastante concentrado.

Alinhamento do 11

1 – Pedro Oliveira

14 – Ismael Tavares

4 – Valter Silva

5 – Tomás Leal

3 – Eduardo Silva

21 – Nuno Andrade

6 – Ricardo Costa

7 – Pedro Fernandes

11 – Denys Pidchekha

10 – Mevy 18 – Rafael Amaral

17.10.2021 – Apoio a uma performance artística

O CFP foi contactado pela organização do evento cultural “BoCA – Bienal de Artes Contemporâneas 2021”, na perspetiva de solicitar apoio para a concretização de uma performance de uma das artistas do evento, a Sara Bichão, com o seu trabalho “O”.

A performance consistiu em levar a reboque de um barco a remos (yole de 4) uma escultura envolvida numa peça de gelo, que iria naturalmente derretendo durante o percurso, entre a Praia dos Momores e Praia de Porto Brandão.

O apoio solicitado foi de uma embarcação a remos, de uma embarcação a motor para levar uma câmara que filmasse a travessia, de algumas aulas de remo para a artista, que na ida faria parte da tripulação, e os remadores necessários para levar e depois trazer o barco.

O CFP disse “presente” a esta experiência cultural, participando assim no encerramento desta “BoCA –  Bienal de Artes Contemporâneas 2021”

Veja aqui

_ vídeo resumo da Bienal e sua programação geral > https://www.instagram.com/p/CVxZibSq2jF

_ fotografias da ação > https://drive.google.com/drive/folders/1JfTmiLznleyE_aOC1WqR6ZYRBt9oLq6I?usp=sharing (créditos: Bruno Simão / BoCA)

_ Vídeo live streaming da ação > https://www.youtube.com/watch?v=WalANHJd1Rc (créditos: FAW Agency / BoCA) (créditos: FAW Agency / BoCA)

Os testemunhos e o agradecimento da organização:

“Queria sublinhar o nosso agradecimento por esta cooperação e vontade de manter este diálogo para futuras oportunidades.

O apoio do CFP foi absolutamente imprescindível para a viabilidade desta ação artística, parte da nossa bienal.”

“No dia 17.10 encerrámos a BoCA com uma performance que ligou as margens do Tejo, num gesto simbólico que relembra que a BoCA não é um só lugar. O trabalho “0”, de @sarabichao, foi uma ação em 3 tempos: margem — rio — margem, onde um bloco oval de gelo puxado a remo derreteu, gradativa e continuamente, para desvelar uma escultura em suspenso.

Este projeto ambicioso que ligou a remo as duas cidades foi acompanhado dos pontos de partida e chegada (Praia dos Momores e Praia de Porto Brandão), mas também através de uma transmissão ao vivo que partilhamos hoje para quem quiser ver e rever.

Esta foi também a última performance do projeto “Quero ver as minhas montanhas”, um conjunto de 7 criações artísticas no espaço natural que assinalaram o centenário de Joseph Beuys, com curadoria de Delfim Sardo e Sílvia Gomes.

Para realizar esta ação foi fundamental a parceria com o Clube Ferroviário de Portugal, a Federação Portuguesa de Remo e a Transaire, a quem deixamos um agradecimento.”