Notícias sobre a oferta desportiva do CFP

O Clube Ferroviário de Portugal encontra-se a disputar desde o passado dia 12 de outubro, época 2019/2020, a “Sideline Open Cup” e a “Liga Futebol de Onze”, campeonatos organizados pela Sideline, com o apoio da Federação Portuguesa de Futebol e do Núcleo de Arbitragem de Lisboa.

Estes campeonatos são talvez os melhores campeonatos amadores em Portugal, consequência da excelente organização e duma crescente qualidade das equipas intervenientes.

O Clube Ferroviário de Portugal, consciente das dificuldades, contratou o Mister Edivandro Oliveira, diplomado com o nível 1, por forma a conseguir levar o CFP a um elevado nível de qualidade, procurando incluir o clube no lote dos favoritos á vitória no campeonato desta época, tendo obtido o 2º lugar do pódio na época passada.  

A equipa técnica será assim composta por Edivandro Oliveira e Marcos Vagner Santos, técnicos com experiência na Liga em que o Ferroviário irá participar, e serão os responsáveis pela motivação da equipa, pela sua competitividade e pela prática de bom futebol. No início da pré época a equipa do CFP participou num torneio de futebol de 11, denominada “Taça do Clube Ferroviário de Portugal”,  o qual já se realiza há quatro épocas consecutivas e é realizada nas instalações do campo do Ferroviário, em Marvila. Este torneio serviu como um teste para a equipa, permitindo à equipa técnica fazer os ajustes necessários ao arranque perfeito deste campeonato. Este torneio foi muito importante, pois permitiu avaliar a equipa já num quadro competitivo, em que o resultado foi muito positivo, com um 1º lugar,  e vitória na 4ª edição da Taça Clube Ferroviário de Portugal.

OS NOSSOS JOGADORES: João Carvalho, Wallace Oliveira, Leandro Rafael, Diogo Fernandes, Cristiano Ribeiro, Nuno Gil, Mamadou Diallo, Alessandro Soares, Daniel Pereira, Pedro Fernandes, Jorge Oliveira, Luis Dias, Romário Oliveira, Gabriel Baldino, Mamadou Baldé, Nuno Tavares, Daniel Tavares, Ameth Diagne, Gleydson Santos, Nelson Semedo, Jordão Furtado, Dino Vaz, Edilson Borges, Servulo Sousa e Alexander Teixeira. Pela necessidade de renovar o plantel, entraram este ano 15  novos jogadores, os quais têm estado a evoluir favoravelmente no sentido de se tornarem opções válidas para este tão exigente campeonato. Os restantes atletas transitados da época anterior têm já um conhecimento do jogo mais próximo das exigências do CFP, existindo uma enorme expectativa em redor da prestação da equipa.

02-12-2018 | Domingo | 16:00 | Olivais

 “Tantas vezes o cântaro vai à fonte…”

…Que acaba por lá ficar!

Já é velho o ditado e em mais uma jornada do campeonato que colocava frente-a-frente duas equipas conhecidas, não podia fazer mais sentido.

Num jogo que se esperava de muita luta e entrega, a equipa da casa confirmou o seu estatuto de equipa lutadora e na primeira parte assistiu-se a um jogo dominado pelos visitantes, e com algumas combinações a resultarem em lances perigosos, mas num jogo sempre muito faltoso e onde as saídas em ataque organizado eram constantemente, e de forma inteligente, paradas pela equipa dos Estrelas.

Ao intervalo permanecia o nulo no marcador.

A segunda parte iniciou-se com o jogo nos mesmos moldes mas a entrega da equipa do Ferroviário levou a que nos últimos 15 minutos, e através de rápidas jogadas, o avançado da equipa Sandro conseguisse fazer balançar as redes da baliza da casa, concluindo um belo hat trick e uma vantagem por 3 golos inteiramente justa.

Parabéns a toda a equipa pela exibição e pela vitória!

Equipa titular: Marcelo, Djaló, Aguiar, Diogo, Pedro Fernandes, Gil (c), Wagner, Nuno Teixeira, Jorge Silva, Pedro Pimenta e Sandro

Entraram depois: Nélson Semedo, Dino, João Carvalho e Cristiano

Equipa técnica: José Inácio e Edivandro Oliveira

Marcadores: Sandro (3)

Disciplina: Nada a assinalar

 

26-11-2018 | 2.ª Feira | Hora 21h30 | Barreiro

Na 3ª jornada do campeonato de voleibol feminino do INATEL de 2018/2019, a equipa do CFP deslocou-se ao Barreiro para defrontar o CASQUILHOS.

Um mau início de 1º SET levou o resultado para 1-5. Seguiu-se uma fase de equilíbrio e recuperação até aos 14-14, altura em que nos distanciámos e vencemos por 25-19.

No 2º SET, o jogo foi novamente equilibrado até aos 10-10, altura em que aumentámos o ritmo de jogo vencendo por claros 25-15.

O 3º SET, a nossa equipa não facilitou e a sua superioridade ficou bem demonstrada no resultado de 25-13.

A equipa do Ferroviário neste jogo:

Treinadores: Luís Coelho e Marta Krug
Atletas: Inês Mieiro (Capitã), Rita Alves, Giulia Casagrande, Ana Luísa, Sofia Megre, Mariana Barroso, Ana Pinto, Helena Jacobetty, Carolina Soledade,  Inês Krug e Bárbara Paredes.

 

Barreiro, 2 Dezembro 2018

 Na zona do Polis do Barreiro tivemos, no passado domingo, animadas competições para jovens remadores dos escalões até Júnior (Benjamim, Infantil, Iniciado e Juvenil).

 Na margem do rio Coina, num local com jardins e com uma muralha de 450 metros, familiares, amigos, transeuntes e população em geral, tiveram a emoção de assistir bem de perto às regatas dos jovens.

 Esta zona evidencia potenciais condições para poder ambicionar ter uma pista de remo, e neste dia sem vento e águas espelhadas realizaram-se 12 regatas para o Remo Jovem, onde cada um fez duas provas de 400m, sendo depois classificados pelo tempo médio das duas.

 O Clube Ferroviário de Portugal competiu com três atletas em skiff: Iniciado Dinis Amaro, Juvenis Gonçalo Pinheiro e Afonso Monteiro e em double-skull os Juvenis Afonso Amaro/Vasco Gonçalves. 

O nosso atleta iniciado Dinis Amaro, que se manteve na frente classificativa do escalão durante toda a manhã, “caiu” para o 2º lugar na última regata.

 Consulte aqui todas as classificações.

Parabéns a todos os participantes, o Remo Jovem agradece!

 

Regata organizada pelo Grupo União Safarense GUS, com os apoios das Câmaras Municipais de Moura, Serpa e Vidigueira e Juntas de Freguesia de Safara, Santo Aleixo da Restauração e EDIA,  destinou-se apenas a embarcações skiff (de 1 remador) e foi realizada na distância de 16 Km ao longo do rio Guadiana, do curso de água da barragem do Pedrogão e da extensão de água entre Moura e Pedrogão.

O sucesso da 1ª edição de 2017, que contou com 32 atletas, levou a organização a tentar um programa mais ambicioso, onde foram incluídas provas indoor (desporto escolar) e “primeiras remadas”, a realização de uma conferência sobre a água e a sua sustentabilidade, uma visita guiada pela cidade, uma prova de vinhos e um jantar de gala, entre outros acontecimentos.

Foi uma regata participada por larga maioria de atletas Master, sendo que este ano 80% dos participantes tinham mais de 50 anos, o que, e talvez por este facto, tenha levado a que o convívio se sobrepusesse ao espírito competitivo!

O CFP, que em 2017 compareceu com 2 veteranos, fê-lo nesta edição 2018 com 4: Henrique Eusébio, João Oliveira, Santos Luiz e Mário Melo.

 Classificações e fotos em https://www.facebook.com/regataodiana/

https://www.dropbox.com/sh/lsdl3bsw6gvc9t6/AABULjB3O6uf1GQGJe8OqllOa?dl=0

 

Realizou-se no dia 12 de novembro a cerimónia/jantar de apresentação da equipa de voleibol feminino do Clube Ferroviário de Portugal para a época 2018/2019.

Contando com a presença do Presidente e de um vogal da direção do CFP, de representante dos patrocinadores da equipa, dos treinadores e das  atletas, a cerimónia teve lugar no Bar Terraço Boémio, na sede do clube,  e proporcionou agradáveis momentos de convívio, reforçando o compromisso de todos com o clube, com a equipa e com os objetivos traçados para a nova época.

Durante a cerimónia foram entregues os troféus referentes ao 2º lugar alcançado no Campeonato Nacional INATEL na época 2017/2018 (taça para o clube e medalhas para as atletas) e 5 prémios CFP – VOLEIBOL de colaboração especial. Estes prémios, instituídos pela equipa de voleibol foram atribuídos às empresas patrocinadoras THALES e FERGRUPO, ao Externato da Luz pelas condições que nos proporciona para treinos, ao vogal da Direção  António Filipe e à treinadora adjunta Marta Krug por toda a disponibilidade e colaboração que garantiram ao logo das 3 últimas épocas.

Foi ainda mencionada a atleta Eleonora Bizzarri, que  sofreu uma grave lesão e a quem foi atribuída uma Menção Honrosa, garantindo-lhe que continua a fazer parte integrante da equipa e desejando-lhe uma boa recuperação e rápido regresso.

Seguiu-se um jantar gentilmente oferecido pelo Clube.

Vê as fotos e vem assistir aos nossos jogos para conhecer e apoiar a TUA equipa.

Treinadores: Luís Coelho e Marta Krug

Atletas: Inês Mieiro (Capitã de equipa); Rita Alves (vice capitã); Giulia Casagrande (vice capitã); Inês Krug; Inês Barroso; Mafalda Petra; Mariana Barroso; Sara Alves; Sofia Megre;  Ana Pinto; Ana Luísa Ponte; Ika Jacobetty; Carolina Soledade; Bárbara Paredes; Sofia Bairrão; Inês Simões; Amanda Baião e Vânia Penedo.

 

«DE BARCO EMPRESTADO, FERROVIÁRIO É CAMPEÃO»

 História de uma regata, por Sandoval Cruzinha

«De barco emprestado, Ferroviário é Campeão». Foi este o título escolhido pelo (Dr.) João Oliveira, – também ele remador – para escrever, em 28 e 30 de março de 1983, nas páginas do Jornal a Bola, sobre a conquista do Campeonato Nacional de Fundo, no Rio Douro, pelo Clube Ferroviário de Portugal.

Passados 35 anos sobre esta regata, dirão vocês: “Cheira-me a bafio”! De facto, esta história pertence ao “museu” da nossa memória, mas ao ser convidado para escrever umas linhas no nosso boletim de treinadores de Remo, entendi que devia aproveitar a oportunidade para prestar uma singela homenagem ao Clube Naval Infante D. Henrique, e à minha tripulação de Shell 8+, vencedora dessa regata nesse ano.

A história conta-se assim:

Em 1983 o CFP não dispunha de um Shell 8+ em condições de participar com dignidade em provas de grande exigência, como é um Campeonato Nacional de Fundo. Era um barco antigo, largo e pesado, ao qual adicionávamos a dificuldade de remar em barcos Shell, nas águas remexidas do Tejo. Treinávamos na Doca do “Espanhol” em Alcântara – Lisboa – com cerca de 1500m (bem esticados) em Shell4 c/s timoneiro. Quatro desses remadores eram mais altos e pesados, e outros quatro mais baixos e leves. Conjunto ideal para formar um Shell 8+, “enfiando” os pesados a meia-nau, e os leves às pontas (proa e ré). Tínhamos tudo, só faltava o barco! E todos queriam muito participar nesse campeonato.

Então, o “Jójó” (Jorge Mendes) treinador da rapaziada, resolveu recorrer à “pedincha” e contactou o Sr. Albino Oliveira, ao tempo, Presidente do Clube Naval Infante D. Henrique (CNIDH) perguntando, se não teria um barco que nos pudesse emprestar. A resposta foi pronta! Venham para cima que têm cá um barco à vossa espera! E lá fomos!… (O CNIDH não participou nesta prova)

Alugámos uma carrinha de 9 lugares onde couberam 10, e partimos para Gondomar na 6ª feira dia 25 de março.

À chegada lá estava o Sr. Albino Oliveira à nossa espera e deparamo-nos com um Shell 8+ em madeira do “Carpentiere Navale Donoratico” novinho, à nossa disposição. Não perdemos tempo! De imediato, começámos a montar aranhas e a proceder às afinações, metendo o barco na água, e voltando a terra 3 ou 4 vezes, até conseguirmos atinar com a afinação mais adequada ao conjunto dos remadores.

No sábado dia 26, treinámos em tranches de 30’/40’ e voltávamos a terra para mais afinações nos ângulos das forquetas, alavancas e entre eixos, até conseguirmos o máximo equilíbrio e rendimento na água. Os remos de madeira eram nossos. Nessa noite, fomos jantar a um pequeno restaurante (já não me recordo o nome) na Ribeira do Porto, onde estava afixado um poster grande com a fotografia do rio Douro desde a Foz até à Ponte Luís I. Acresce dizer, que eu era o timoneiro desse Shell 8+ e, como tal, responsável pelo rumo e pelo espírito combativo da tripulação.

Comecei ali, na toalha de papel da mesa, a desenhar as curvas do Douro e a definir a estratégia da regata com o “Jójó” (Jorge Mendes), e ficou decidido que o meu rumo seria apontar à Alfândega do Porto (minha voga) e dali tirar uma reta até a Ponte D. Luis I, para depois dar leme para a sota, encostando mais ao lado de Gaia, uma vez que a chegada ficava nessa margem depois da Ponte Dª Maria Pia. No tal restaurante, a dona, vendo que estávamos equipados com as cores do Ferroviário, “espicaçava-nos” dizendo que: “Bossemecês” não têm hipótese nenhuma. Quem “bai” ganhar é o “Flubial”! Vai uma apostinha, disse-lhe eu?!… (muito longe de imaginar que iríamos ser campeões) Tá bem, se ganharem, venham cá beber uma garrafa de espumante! Combinado!

Dia 27 de Março, domingo muito cedo, no posto náutico do CNIDH, dávamos os últimos retoques no barco. Tínhamos que remar de Gondomar, cerca de 10Km, para chegar à largada, que foi dada na Afurada. A meio do caminho tivemos uma avaria. Partiu-se uma correia do pau-de-voga a um remador, creio que ao Carlos Alberto (o CA, como lhe chamamos), que entretanto, desenrascou a situação com um atacador de uma sapatilha. E eis-nos na largada, alinhados com mais 4 tripulações: ARCO, GALITOS, CNL, FLUVIAL e CFP. O CDUP não alinhou (peço desculpa se me falta nomear algum clube):

– Senhores, prontos?… LARGA!…

E começou a luta entre todos para ganhar a dianteira. Não tínhamos percorrido 100m e nova avaria num pau de voga ou slide, já não posso precisar bem. Levantei o braço, mas não fui atendido pelo juiz arbitro.

Parámos, reparámos, e seguimos em último lugar, em voga forte e ritmada, tentando que os nossos adversários não descolassem muito de nós. Paulatinamente lá fomos encurtando distâncias. Transposta a Ponte da Arrábida comecei a dar leme para a minha voga apontando à Alfandega do Porto, enquanto as restantes tripulações se encostavam do lado de Gaia, acompanhando a curva do rio. Nesta zona da Alfândega, conforme a estratégia planeada, apontei à Ponte D. Luis I, em linha reta, dando leme para a minha sota, com o objetivo de passar a Ponte o mais perto possível do lado de Gaia, e com esta manobra conseguir juntarmo-nos às outras tripulações. E assim foi!

Passámos o CNL, e depois o Galitos. À nossa frente, o Arco e o Fluvial, discutiam a cabeça da regata, sem contarem que uns intrusos vindos de Lisboa se preparavam para dar luta até ao fim. Recordo como se fosse hoje, os gritos e aplausos de incentivo ao Fluvial, que vinham das duas margens do Douro e do tabuleiro inferior da Ponte D. Luís. Foi espetacular! Nunca tinha vivido até àquela regata um ambiente tão entusiasta de apoio ao Remo, que, diga-se de passagem, também nos galvanizou e contribuiu para darmos mais luta.

É nesta fase da regata que entra na nossa tripulação o nono remador, – o Simões. Quem era este personagem? Ninguém! Apenas o nome de código que eu arranjei para substituir o termo “PEGA 20” quando fosse necessário fazer séries para descolar dos adversários. E resultou!

Ultrapassámos o CNL, Galitos e Arco com esta “ratice” e ficámos ao lado do Fluvial antes da Ponte D. Luís. O experimentado timoneiro do Fluvial, conhecedor do Douro, começou a “empurrar-me” para o meio do rio, não permitindo ao Ferroviário, encostar ao lado de Gaia. Mas lá fomos lado a lado, ora com a proa do Fluvial à frente, ora com a do Ferroviário, numa luta titânica sem sinais de quebrar o ritmo.

Aproximávamo-nos da Ponte Dª Maria e da linha de chegada. A cadência aumentava na ponta final, podendo qualquer das tripulações ser campeã, e continuávamos naquele “baile” de proa para a frente, proa para trás, até que no limite das forças o “SIMÕES” voltou para ajudar a equipa do Ferroviário, e vencemos por uma proa!

Três ou quatro elementos da tripulação lançaram-se à água completamente eufóricos! Estava tudo doido! Eu só desejava ter à mão uma garrafa de oxigénio. Fiquei afónico. O mais caricato é que com tanto banho, esquecemo-nos de ir receber a taça e as medalhas, ficando o “Jójó” (Jorge Mendes) sozinho à nossa espera com a taça e as medalhas na mão.

A classificação ficou assim ordenada: 1º CFP; 2º Fluvial; 3º Arco; 4º Galitos e 5º CNL, conforme escreveu o Eng. Flores (presidente do júri) no Jornal de Notícias.

No final da regata o Sr. Fernando Barbedo que acompanhou a prova, perguntava se o timoneiro do Ferroviário era do Porto, pelo facto de ter feito aquele rumo.

Conto esta história para enaltecer as virtudes do REMO. Nunca teríamos sido Campeões sem a solidariedade do CNIDH e do seu presidente Albino Oliveira que nos emprestou o barco. Nunca teríamos sido Campeões, se aqueles 8 rapazes do Ferroviário não tivessem fibra, espírito de sacrifício, crença e uma vontade de ganhar extraordinária.

São inúmeros os atributos do nosso desporto: dignidade, honestidade, generosidade, companheirismo, lealdade, espírito de sacrifício e entreajuda, liderança. Estes são alguns dos valores que ficam para a vida.

Tinha 14 anos, em 1962, quando comecei a praticar Remo. Hoje, com 71, ainda por cá ando como treinador a passar a mensagem a outros.

A Nossa tripulação era constituída por: 1 – Fernando Palma (O tira linhas); 2 – Alcino Costa (O Ramsés); 3 – Carlos Afonso (Atual presidente da ANL); 4 – Paulo Ferreira; 5 – Eduardo Jorge Oliveira; 6 – António Gonçalves; 7 – Carlos Alberto (CA); 8 – José Leitão (Atual diretor da formação da FPR); Timoneiro: Sandoval Cruzinha; Treinador: Jorge Mendes (Jójó).

 

P.S.: Não voltámos ao restaurante para beber o espumante.